Avaliação da exposição a vibrações em maquinas agrícolas e florestais

Avaliação da exposição dos trabalhadores a vibrações em maquinas agrícolas e florestais – fim do período transitório

No decreto lei 46 de 2006, relativo às prescrições mínimas de proteção da saúde e segurança dos trabalhadores em caso de exposição aos riscos devidos a vibrações, foi disposto um período transitório relativamente aos sectores agrícola e florestal, que previa a sua não aplicação até 6 de Julho de 2014 (art. 16º), em determinadas condições.

Assim, desde esta data, a aplicação desta lei é obrigatória e os empregadores destes setores devem proceder à avaliação dos riscos de exposição dos trabalhadores às vibrações e proceder a ensaios se for o caso.

A incomodidade gerada por vibrações também pode ser avaliada

A incomodidade gerada por vibrações também pode ser avaliada

É comum às queixas de ruido estarem associadas queixas de incomodidade de vibrações. O facto de em Portugal existir uma lei do ruido e não existir uma lei das vibrações leva a que as queixas relativamente a este ultimo fenómeno sejam frequentemente ignoradas. Todavia hoje em dia já existem critérios para avaliar incomodidade de vibrações em múltiplos países e, portanto, nada impede que se façam ensaios para avaliar da pertinência das queixas das pessoas. Leia mais

Ruido de sinos

Ruido de sinos e sistemas de amplificação sonora

Ao longo dos tempos o ruído dos sinos vem assumindo uma expressão cada vez mais significativa no universo das queixas por ruído. Não obstante a constituição, no seu artigo 41.º, enunciar que os sinos são uma forma de liberdade de expressão, através de toques e com o passar das horas convocar à oração, invocar momentos festivos ou fúnebres, o ruído produzido por uma instalação sonora associada aos sinos de uma Igreja tem que respeitar os limites definidos pelo Regulamento Geral do Ruído, na redação do Decreto-Lei n.º 9/2007. Leia mais