Exposição às vibrações – o erro mais comum

O erro mais comum na avaliação da exposição dos trabalhadores às vibrações está relacionado com os tempos de exposição atribuídos.

No caso do mão-braço só se deve contar o tempo em que o trabalhador está exposto à vibração; não se deve contar um período em que um trabalhador tenha pousado o equipamento ou em que esteja a segurá-lo sem estar em funcionamento. O tempo de contacto é o tempo durante o qual as mãos estão efetivamente expostas à vibração proveniente da ferramenta ou da peça. Frequentemente, este período é muito inferior ao «tempo de trabalho» e é habitualmente sobrestimado pelos operadores. Leia mais

Avaliação de vibrações em edifícios – incomodidade e integridade de estruturas

Os efeitos das vibrações nos edifícios e outros tipos de estruturas, pode ser múltiplo, mas são de salientar, como mais importantes, os efeitos nas pessoas e na integridade das estruturas. No sentido de responder às necessidades que regularmente surgem sobre a caracterização deste tipo de situações, a dBwave, desde o ano passado, está acreditada pelo IPAC, para efetuar os seguintes ensaios: Leia mais

Redução de ruído numa nave industrial – caso prático

Ainda é comum ocorrer, sob pressão de circunstâncias e com alguma ignorância das capacidades atuais da engenharia acústica, a implementação de investimentos avultados, feitos mais ou menos avulso, em medidas de redução de ruído. Por mais ao menos a avulso referimo-nos a investimentos feitos com base no “ouvidómetro”, quase à adivinhação e sem uma forte justificação técnica. Algumas vezes, quase por sorte, o resultado destes investimentos é bom, mas algumas vezes não o é….Esta abordagem não é compatível com os requisitos de gestão de hoje em dia, em que é norma uma detalhada justificação de cada euro investido. Leia mais